sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

BELVEDERE


                                                                                 (Roni Moraes)

Era aquele toque de nostalgia plena
Ao lembrar do rio Sena
Num banco de praça vendo pôr-se
O entardecer

Era mesmo eu comedido pequeno
Era mesmo eu
Era mesmo eu comedido pequeno
Era mesmo eu

Em pleno belvedere de um banco de praça
Vendo-me no fim do dia
Em pleno belvedere de um banco de praça
Vendo-me no fim do dia
Vendo-me no fim do dia
Vendo-me no fim do dia
Vendo-me...eh...eh...

Era música
Era música
Era música
Era música

Eram foles boreais
O abstrato na paisagem
A substância o escape
Nem ator nem personagem



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